Apresentação

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Você já imaginou ser preso ou presa por lutar por um mundo mais justo?

Pois essa é a situação enfrentada por diversos defensores e defensoras de direitos humanos no Brasil. Atualmente, em um cenário de aumento de retrocessos e violações de direitos, os movimentos sociais são alvo de constantes perseguições e tentativas de desmobilização.

A campanha ‘Meu crime é lutar’ quer denunciar o processo de criminalização que defensores e defensoras de direitos humanos vêm sofrendo, no país.

Exemplo emblemático disso é a situação enfrentada por quatro integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, que estão presos desde novembro, no Paraná.

Fabiana, Claudelei, Claudir e Antônio são acusados e acusadas pelo crime de organização criminosa. As prisões fazem parte da Operação Castra, comandada pela Polícia Civil do Paraná. Outra ação da operação resultou na invasão da Escola Nacional Florestan Fernandes, sem mandato judicial, em novembro passado.

A acusação dessas pessoas só revela a tentativa de criminalizar a luta e a organização popular. Por isso, convidamos você a contribuir na defesa da luta de defensores e defensoras de direitos humanos.

Participe da campanha “Meu crime é lutar”. A ação é uma iniciativa do Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos, com o apoio de diversas organizações nacionais e internacionais.

 

Como participar:

  1.  Assine aqui o manifesto em apoio à libertação dos presos e presas políticas do MST
  2. Altere sua foto de perfil: em sua foto de perfil, insira o tema da campanha Meu Crime é Lutar através das opções disponíveis no site
  3. Demonstre seu apoio através de fotos. Utilize a hashtag #MeuCrimeÉLutar e as placas de apoio que podem ser baixadas aqui
  4.  Envie uma mensagem de apoio para os presos e presas políticos: no site, é possível enviar uma mensagem de apoio e solidariedade para os quatro integrantes do MST que estão presos no Paraná. As mensagens serão enviadas para um e-mail da campanha, impressas e entregues para os destinatários.
  5. Curta e compartilhe os materiais da campanha nas redes sociais, utilizando as hashtags #MeuCrimeÉLutar e #LutarÉumDireito. Acompanhe o site,  a página do Facebook e o Twitter da campanha